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Cadê a linguagem ubíqua?

Eu estava escrevendo um comentário para o artigo “Domain-Driven Design é Simples: Basta Chamar DAOs de Repositórios” do Phillip Calçado, mas acabei escrevendo muito e achei melhor comentar por aqui.

Na empresa onde trabalho, uma empresa de três letrinhas, tentamos implantar DDD em um projeto, mas é difícil fazer isso já que quem tem contato com o cliente não somos nós, os desenvolvedores. O que chega para nós já é a “solução de todos os problemas” que o analista de sistemas criou enquanto conversava com o cliente. Na verdade, a nossa linguagem ubíqua não é feita entre o cliente e nós, mas sim entre nós e o analista.

Eu não acho certo dizer que o sistema está usando DDD também, e achei muito interessante o artigo do Phillip, porque eu estava pensando exatemte nisso outro dia deste. Inclusive, na apresentação de DDD que o Sérgio Lopes fez no Falando em Java 2008, foi a primeira coisa que ele demonstrou: a criação de uma línguagem que fosse clara para o cliente e para o desenvolvedor.

2 comments

1 Carlos Alexandre Moscoso { 05.22.08 at 20:13 }

Cara eu escrevi recentemente sobre o anti-pattern de se contratar fabricas de sw para projetos DDD.

[]s

2 Rodrigo Allemand { 05.23.08 at 10:22 }

Por isso que quando o Yoshima escreveu um artigo sobre DDD para a Mundo Java sem falar nada de DDD-Pattern todos cairam sobre ele no GUJ, veja mais em http://www.guj.com.br/posts/list/85211.java … DDD está mais em ter uma OL com o usuário do que propriamente aplicar padrões, como dito pelo próprio Shoes e o Yoshima nessa ‘peleja’.

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