Cadê a linguagem ubíqua?
22 May 2008
Eu estava escrevendo um comentário para o artigo “Domain-Driven Design é Simples: Basta Chamar DAOs de Repositórios” do Phillip Calçado, mas acabei escrevendo muito e achei melhor comentar por aqui.
Na empresa onde trabalho, uma empresa de três letrinhas, tentamos implantar DDD em um projeto, mas é difícil fazer isso já que quem tem contato com o cliente não somos nós, os desenvolvedores. O que chega para nós já é a “solução de todos os problemas” que o analista de sistemas criou enquanto conversava com o cliente. Na verdade, a nossa linguagem ubíqua não é feita entre o cliente e nós, mas sim entre nós e o analista.
Eu não acho certo dizer que o sistema está usando DDD também, e achei muito interessante o artigo do Phillip, porque eu estava pensando exatemte nisso outro dia deste. Inclusive, na apresentação de DDD que o Sérgio Lopes fez no Falando em Java 2008, foi a primeira coisa que ele demonstrou: a criação de uma línguagem que fosse clara para o cliente e para o desenvolvedor.
2 Responses
2008 May 22
Cara eu escrevi recentemente sobre o anti-pattern de se contratar fabricas de sw para projetos DDD.
[]s
2008 May 23
Por isso que quando o Yoshima escreveu um artigo sobre DDD para a Mundo Java sem falar nada de DDD-Pattern todos cairam sobre ele no GUJ, veja mais em http://www.guj.com.br/posts/list/85211.java … DDD está mais em ter uma OL com o usuário do que propriamente aplicar padrões, como dito pelo próprio Shoes e o Yoshima nessa ‘peleja’.