Eu li o livro “A cabeça de Steve Jobs” recentemente e foi uma leitura muito enriquecedora. É fascinante o modo como Steve Jobs conseguiu safar a Apple de uma falência eminente e elevou os lucros focando num mercado cujo as outras fabricantes nunca pensaram em atingir. Até hoje, as outras empresas têm suas formas de lucro diferentes da Apple, o que resulta em margens de lucro muito pequenas. Segundo o livro, a Apple segue com uma margem de lucro de 25% em seus produtos, enquanto a Dell, por exemplo, tem uma margem de 6% em seus produtos. Tudo isso se resume em como Steve Jobs enxerga o mercado.
Há muita gente achando que o livro é uma biografia do Steve Jobs, mas não é. O livro tenta explicar como a cabeça dele funciona criando produtos que, quando lançados, viram tendência do mercado. Eu achei que o livro trata mais sobre empreendedorismo do que qualquer outra coisa e este assunto me grada muito. Eu li a versão em português e como ainda é a primeira edição, está cheia de erros. Mas nada que impeça o entendimento da ideia que o autor passa.
Existem muitas coisas que eu gostaria de falar sobre o livro, mas nada é melhor do que ler e ter sua própria opinião. Indico o livro para os usuários e os não usuários de Mac. Aproveito para recomendar também o vídeo do discurso que Steve Jobs fez numa formatura de Stanford em 2005. O vídeo está dividido em duas partes: parte 1 e parte 2.
Olá Diogo,
Atualmente estou lendo o livro e já de cara fiquei impressionando com a gestão que o Jobs faz dentro da Apple e de certa forma, coloca minhocas em nossa cabeça sobre aquilo que produzimos, fazemos ou pensamos (se tratando de projetos que envolvam tecnologia).
Não cheguei ainda na metade, mas o livro tem direcionamento bem profissional com foco na execução criativa (isso que eu notei até agora). E a mensagem como você falou, é rica e bem interessante.
Rodrigo Teixeira
11 mar 09 at 18:02
olá diogo, li o livro a cabeça de steve jobs; achei a tradução do original não está bem feita, pois tornou a leitura muito técnica e cansativa .Teria que ser mais “mais digestiva” se é que me faço entender. A leitura do livro torn-se enfadonha e tecnicista.
roberto renno
19 ago 09 at 12:54