Eu estou terminando de ler pela segunda vez o Scrum and XP From the Trenches da InfoQ, escrito pelo Henrik Kniberg. Eu consegui lê-lo por completo num fim-de-semana antes de começarmos a adotar algumas práticas do Scrum lá na empresa, mas foi uma leitura muito rápida e eu estou lendo novamente pra não correr o risco de deixar passar nada.
Não acho que este livro seja a fonte suprema de Scrum, o próprio Henrik Kniberg diz que ali somente está escrito a maneira como ele usa o Scrum e como ele o integra com XP, não se trata de um manual completo nem de um, nem de outro.
E é mais ou menos isso que eu estou buscando agora, saber como as pessoas usam o Scrum por aí e tentar captar o que é possível fazer aqui na empresa.
Pra quem ainda não leu esse livro, fica aí a dica de uma “war story” como diz o autor.
Nesta semana eu terminei de ler o The Pragamatic Programmer: From Journeyman to Master e afirmo com todas as palavras que este livro é essencial para qualquer um que programe profissionalmente.
O livro traz questões importantes como testes, ortogonalidade, desacoplamento, até a forma como se deve fazer a previsão de horas gastas para implementar funcionalidades.
Não me lembro onde li (ou ouvi) um comentário sobre este livro uma vez, mas foi mais ou menos algo do tipo:
“Se todos lessem este livro não haveriam programadores Jr. no mercado, somente Pleno e Senior”
Isso é bem verdade, os autores do livro tentam passar da melhor maneira possível os seus conhecimentos de anos de carreira e acertaram em cheio nessa compilação.
Sem dúvida essa não será a única vez que eu terminarei de lê-lo, pretendo lê-lo outras vezes. Vale muito a pena. Fica aí a dica pra quem ainda não leu o livro.
Eu estou lendo o livro Rails para Desenvolvedores Java que o amigo Rodrigo Allemand me emprestou e está sendo um aprendizado e tanto. Eu nunca tinha nem visto um código-fonte em Ruby antes. Só havia lido (e muito!) sobre tudo que ele faz com o mínimo de linhas de código em todos os fóruns, listas de discussão sobre desenvolvimento. E todo esse hype em torno de alguma coisa te faz ter, pelo menos, curiosidade sobre tal coisa.
Eu cheguei a conhecer o conceito do Rails antes, quando comecei a estudar e usar o Cake PHP. É algo bem parecido. Acho que posso dizer que o Cake está para o PHP, assim como o Rails está para o Ruby. E posso afirmar que o que está sendo interessante pra mim nesta leitura nem é o Rails em sim, mas neste primeiro momento está sendo o aprendizado de Ruby. É uma linguagem genial, eu nunca tinha visto nada tão legal. Já até adicionei na minha lista de livros a ler, alguns sobre Ruby.
Graças ao livro, fui capaz de entender o código que o Fábio Kung escreveu para fazer o sorteio no Falando em Java e tantos outros códigos que tenho visto pela internet. Tenho até criado algumas coisas a fins de aprendizado mesmo.
Esta semana eu comecei a ler o livro “POJOs in Action” do Chris Richardson e já comecei lendo coisas interessantes e polêmicas.
Segundo o que diz o livro, se não há um framework de persistência objeto-relacional, não há motivos para programar orientado a objetos. O autor ainda sugere que se use o pattern Transaction Script do Martin Fowler no caso da não existência do framework.
Isto me chamou a atenção mediante o fato de lá na empresa nós não podermos usar nenhuma framework de persistência porque estamos engessados pela arquitetura de referência do cliente. Eu até cheguei a comentar com um amigo sobre isto e ele me disse “Sabe quando não programar orientado a objetos? NUNCA!!!!”, eu comecei a rir.