Acontecerá nos dias 19 e 20 de Julho na Unirio, a 1ª Ultra Maratona How To de Software Livre. Trata-se de um evento com diversos tutoriais abordando software livre e assuntos relacionados.

No site do evento é possível conferir a grade completa da programação. Muitos tutoriais acontecerão no mesmo horário, então é possível que algumas pessoas fiquem “divididas” entre alguns.

Os preços variam entre R$ 60,00 (estudantes) e R$ 120,00 (preço sem desconto para compras na semana do evento) e as inscrições podem ser feitas no site do evento.

De toda a grande, eu me interessei nois dois tutoriais que serão ministrados pelo pessoal da Improve It: “XP Game e o Jogo da Comunicação” e “Introdução ao Ruby on Rails“, que será ministrado pelo Mergulhão.

Rolou ontem no RioJUG, a palestra do Fábio Kung, como eu havia avisado aqui. Tratou-se da mesma palestra dada por ele no Falando em Java deste ano: A nova versão do GUJ.com.br que usará JRuby on Rails.

Ele falou das desvantagens do Rails e como superá-las com o JRuby e algumas bibliotecas Java, onde os gems com códigos nativos em C, não podem ser usados.

Foi a segunda vez que eu assisti essa palestra e serviu pra reforçar o meu objetivo de cair dentro de Ruby este ano :)

Eu estou lendo o livro Rails para Desenvolvedores Java que o amigo Rodrigo Allemand me emprestou e está sendo um aprendizado e tanto. Eu nunca tinha nem visto um código-fonte em Ruby antes. Só havia lido (e muito!) sobre tudo que ele faz com o mínimo de linhas de código em todos os fóruns, listas de discussão sobre desenvolvimento. E todo esse hype em torno de alguma coisa te faz ter, pelo menos, curiosidade sobre tal coisa.

Eu cheguei a conhecer o conceito do Rails antes, quando comecei a estudar e usar o Cake PHP. É algo bem parecido. Acho que posso dizer que o Cake está para o PHP, assim como o Rails está para o Ruby. E posso afirmar que o que está sendo interessante pra mim nesta leitura nem é o Rails em sim, mas neste primeiro momento está sendo o aprendizado de Ruby. É uma linguagem genial, eu nunca tinha visto nada tão legal. Já até adicionei na minha lista de livros a ler, alguns sobre Ruby.

Graças ao livro, fui capaz de entender o código que o Fábio Kung escreveu para fazer o sorteio no Falando em Java e tantos outros códigos que tenho visto pela internet. Tenho até criado algumas coisas a fins de aprendizado mesmo.

Domingo passado, estive lá no Falando em Java 2008. O evento teve diversas apresentações com destaques, na minha opinião, para as seguintes:

1) A apresentação do Guilherme Silveira sobre hábitos de arquitetos eficazes abriu muito a minha mente para determinadas coisas e, com isso, gerou algumas idéias para escrever aqui no blog, aguardem :)

2) O Sérgio Lopes foi muito bem sucedido com a sua abordagem teatral na apresentação sobre Domain-Driven Design. Ele simplesmente encenou a implementação de um sistema com “DDD”, onde o desenvolvedor cria uma linguagem ubíqua com o cliente e ambos conseguem falar a mesma língua - mesmo o cliente sendo literalmente um cachorro! Alguém tem uma foto disso? - durante o desenvolvimento do sistema.

3) A apresentação do Fábio Kung sobre JRuby on Rails foi bem esclarecedora em relação às limitações do Rails e como isso pode ser resolvido usando o JRuby. Sério, apesar de saber da existência de algumas linguagens cuja a JVM consegue rodar, eu ainda não tinha parado pra pensar no Java como uma plataforma que pode executar várias linguagens diferentes, como o .NET.

4) Emmanuel Bernard, líder de projetos Hibernate e autor do livro Hibernate Search in Action, falou sobre JPA 2.0 e, após o brunch, voltou em cena para falar sobre Hibernate Search. Duas ótimas palestras, diretas e objetivas, com muitos códigos e exemplos. Mas mesmo assim vi muita gente caindo no sono. Uma apresentação logo após o almoço, não dá. Eu me mantive acordado sem muito esforço, porque havia tomando 3 copos de café bem quente para não congelar. ;-)

No final do dia teve o sorteio mais nerd que se tem notícia. O próprio Emmanuel Bernard disse que nunca tinha visto um sorteio mais nerd. O Fábio Kung plugou seu MacBook - e por falar em MacBook, 99% dos presentes estavam com seus MacBooks e iPhones - no projetor e escreveu um simples método em Ruby para sortear os números, o método ficou mais ou menos assim:


def sorteio
(1..5).each {|x| puts x; sleep 1}
rand(300)
end

Houve sorteios de cupons de descontos em compras de livros, de um livro sobre Ruby on Rails e de um Nintendo Wii. É claro que a essa altura do campeonato eu estava achando que o Wii já era meu. Por já ter pago R$ 1500,00 em um e não ter recebido - sim, tomei calote no Mercado Livre de um vendedor altamente qualificado com mais de 1000 pontos positivos - achei que os céus fariam justiça e que o meu número, o nº 32, seria sorteado mas não foi :(

Por isso que agora eu sou ateu! :P