Como vocês podem ver, acabei de mudar o tema do blog, que já estava há um tempão com o tema padrão do Wordpress. Ainda não está do jeito que eu quero, mas aos poucos eu vou acertando tudo.

Este tema de Mac não está aqui à toa. Não faz muito tempo que eu migrei pra Mac. Eu não cheguei a comentar nada aqui no blog, mas eu tenho usado o Mac OS X Leopard no meu MacBook há um tempinho e está sendo uma experiência muito boa. Ainda não encontrei nada que me fizesse me arrepender e acho que nunca irei encontrar, apesar de já ter tomado a primeira surra quando fui instalar o MacPorts. :P

Não foi uma questão de decepção com o Ubuntu, muito pelo contrário, ainda estou estudando a possibilidade de usar o Leopard e Ubuntu no MacBook.

Eu pretendo escrever bastante sobre Mac daqui por diante e já estou escrevendo o primeiro artigo da categoria. Postarei em breve, mas antes eu preciso postar o meu review sobre o TDC2008 :)

Fiquei sabendo que a Adobe tem uma versão beta de sua plataforma AIR para Linux. Essa notícia brotou no meu Google Reader e minutos depois eu já estava acessando o meu Twitter pelo Twhirl - um cliente Twitter em Adobe AIR - no Ubuntu.

Bom, eu programo em Java e sei que um dos maiores lobbys em torno da plataforma Java era o fato de uma aplicação rodar em qualquer sistema operacional com uma JVM instalada, mas o que eu vejo hoje não é bem isso. A começar pela IDE que eu utilizo, existem versões específicas para cada sistema operacional e na hora de baixar, você escolhe o pacote adequado ao seu sistema.

Com o Twhirl foi bem diferente, no site do produto não existem versões diferentes para cada sistema operacional, mas somente um arquivo .air que irá instalá-lo em qualquer sistema que tenha o Adobe AIR. E a aparência do programa é a mesma no windows ou em qualquer sistema operacional que ele rode, indepentende de egine gráfica que se esteja usando.

Não sei o que está “por trás” do ADOBE AIR, talvez até tanha Java lá, mas que a plataforma promete, isso eu não posso negar.

Eu tenho instalando algumas aplicações em Java aqui no meu Ubuntu 7.10 e geralmente elas abrem com uma tela vazia, sem nenhum componente sendo exibindo, como na figura abaixo:

Print Screen da tela do Netbeans 6.1

Eu instalei o IRPF 2008 (sim, existe uma versão pra Linux), o Druid (este eu já até removi do pc) e mais recentemente o Netbeans 6.1. E com todos eles aconteceu o mesmo problema.

Procurando na internet, eu descobri que isso é um conflito com o Compiz e existem duas soluções:

1) Desabilitar o Compiz. Vá em Sistema > Preferência > Aparência e na aba “Efeitos Visuais” escolha a opção “Nenhum”. Isso irá resolver o problema, mas irá deixar o Ubuntu muito simples. Se você não quer desabilitar o Compiz, escolha a opção segunda opção.

2) Definir uma variável de ambiente. Essa solução resolve o problema e não é necessário desabilitar o Compiz. Execute o seguinte comando para editar o arquivo /etc/profile:

sudo gedit /etc/profile

E então adicione as linhas abaixo no final do arquivo e salve:

# resolvendo o conflito do java com compiz
AWT_TOOLKIT=MToolkit
export AWT_TOOLKIT

Reinicie o pc - um logout já resolve - para poder abrir qualquer aplicação Java normalmente.

Esta semana, eu precisei criar um modelo de banco de dados MySQL e como o MySQL Workbench ainda não saiu para Linux, decidi instalar o DBDesigner4 que é como se fosse a versão mais antiga do Workbench.

Depois de tentar instalar de várias vezes, encontrei os pacotes “.deb” para instalar o DBDesigner4. Agradeço ao Gabriel Falcão, autor dos pacotes deb.

Mas depois de instalar os pacotes e começar a usar o aplicativo, tive alguns problemas:

1) Ao tentar conectar na base acontecia o erro “Unable to load libsqlmy.so”. Para corrigir isso, baixei o DBExpress para MySQL, descompactei o arquivo libsqlmda.so.4.20 no diretório /usr/lib/DBDesigner/Linuxlib/ e, no DBDesigner, fui em Database > Connect to database, cliquei em “New Connection” e, na aba “Advanced”, defini os seguintes valores:

  • GetDriverFunc: getSQLDriverMySQL
  • LibraryName: /usr/lib/DBDesigner/Linuxlib/libsqlmda.so.4.20
  • VendorLib: /usr/lib/DBDesigner/Linuxlib/libmysqlclient.so.10.0.0

IMPORTANTE: Note que o valor padrão de GetDriverFunc é getSQLDriverMYSQL, com Y maiúsculo e o valor que deve ser colocado é com y minúsculo.

Com isso eu consegui conectar no banco e fazer a engenharia reversa. Essa solução, encontrei no artigo DBDesigner do DokuWiki.

2) Depois de já ter conseguido conectar no banco de dados, passou a acontecer o erro “Error while executing Query:…… ERROR Message: libmidas.so.1:cannot open shared object file” ao tentar executar uma query. Para corrigir isso, criei um link para biblioteca libmidas.so.1.0 no diretório /usr/lib/, executando o seguinte comando no terminal:

sudo ln -sf /usr/local/DBDesigner4/Linuxlib/libmidas.so.1.0 /usr/lib/libmidas.so.1

Depois, bastou reiniciar o DBDesigner para tudo funcionar normalmente. Essa solução eu achei num post do ubuntuforums.org.

Recentemente, eu instalei o Slax (não sabe do que se trata? clique aqui) no meu pendrive Kingston DT110 de 4GB. Achei muito fácil - tendo a instalação do Ubuntu 7.10 pelo pendrive como parâmetro - e útil, mas teve um inconveniente: toda vez que eu vou reiniciar o PC, tenho que “desplugar” o pendrive senão entra na tela de boot e lá não tem uma opção para “bootar” pelo HD. Isso realmente é muito chato.

UPDATE 1:Mas a diversão acabou, pois perdi o meu pendrive :(

UPDATE 2: Na verdade, a diversão continua. Foi alarme falso :)